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Tecnologia e sustentabilidade na construção civil

Em nosso último artigo, falamos que a redução de custos é uma missão presente em empresas de todos os portes e segmentos, inclusive na construção civil. E mais do que ter um negócio economicamente viável e vantajoso, com a corrida para ter o controle do que acontece na obra e evitar o desperdício de materiais e de tempo, a busca por negócios sustentáveis também trouxe inúmeras necessidades de adaptação às empresas. Ou seja, a questão ambiental se tornou item obrigatório para os negócios que querem conquistar o mercado. Alcançar todos esses benefícios passa por um caminho que já mencionamos: o uso de tecnologias no gerenciamento de construções.


Os edifícios são componentes essenciais da estrutura de uma cidade. Eles fornecem aos cidadãos moradia, segurança e espaço de trabalho. No entanto, a Organização das Nações Unidas (ONU) observa que o setor da construção civil é responsável por 40% do uso global de energia e 30% das emissões de gases de efeito estufa relacionadas à energia. Ao mesmo tempo em que o setor exerce um grande impacto nos recursos naturais, aumenta a pressão sobre o setor para minimizar esses impactos e tratar de questões ambientais e sociais.


À medida que a tecnologia começa a entrar na indústria da construção, o mesmo acontece com o uso de dispositivos de IoT (internet das coisas), que ajudam a economizar tempo na coleta de dados e garantir que as informações importantes sejam transmitidas instantaneamente. Além disso, ao garantir que um fluxo constante de dados seja capturado e armazenado, a IoT permite revisar dados históricos, identificar tendências e padrões e usar isso para tomar futuras decisões de negócios.


No estudo “Internet das Coisas: um plano de ação para o Brasil”, encomendado pelo o BNDES, em parceria com o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) e realizado pela consultoria McKinsey, o Brasil pode ganhar 27 bilhões de dólares em potencial econômico até 2025 graças à economia com gestão pública, transporte, segurança e energia promovida pela IoT.


Cada vez mais empresas de construção pelo mundo estão aproveitando a onda da digitalização e inovação, com a adoção da IoT para tornar a construção de edifícios ecologicamente correta. Essa tecnologia tem apresentado à indústria a oportunidade de impulsionar grandes e novas melhorias para a sustentabilidade em todos os tipos de processos. As empresas precisam reduzir o uso de materiais e gastos extras, aumentar a produtividade, diminuir os impactos ambientais de suas atividades e, as novas tecnologias digitais como a IoT, permite que as empresas alcancem estes objetivos e sejam ambientalmente corretas.


Tecnologia e desenvolvimento sustentável


Em 2015, os 194 países da Assembléia Geral da ONU adotaram a Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável, que inclui 17 metas de desenvolvimento sustentável que os países membros podem usar para medir o progresso. É uma iniciativa que visa garantir que o planeta tenha um futuro digital inclusivo, confiável e sustentável. Dentro dessa estrutura, a IoT é o foco principal e, de acordo com a McKinsey, é um dos três avanços tecnológicos mais impactantes que o mundo verá antes de 2030. A consultoria também previu que em 2025, o impacto econômico da IoT será de cerca de US$ 11 trilhões.



Em 2018, o Fórum Econômico Mundial publicou o Internet of Things Guidelines for Sustainability, que investigou 643 aplicações da tecnologia IoT. A pesquisa descobriu que 84% dos casos de uso estavam abordando, ou poderiam abordar, os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU.


Por meio da IoT, por exemplo, o setor da construção civil já tem desenvolvido projetos para casas e edifícios conectados, com a possibilidade de controle remoto do gasto energético. Imagine: um morador que esqueceu as luzes ligadas antes de sair de casa pode desligá-las por meio de seu celular equipado com IoT, evitando assim o desperdício de energia. Apesar de individual este caso ilustra um dos muitos ganhos que a internet das coisas traz para a construção.


Mas não é só no setor da construção que a IoT tem trazido benefícios para o planeta. Países em todo o mundo, como Estados Unidos, China, Índia e Paquistão, estão todos se aproximando de seus limites de recursos hídricos renováveis. De acordo com o World Wildlife Fund, a agricultura é responsável pelo consumo de cerca de 70% da água doce do mundo. Os agricultores podem cultivar safras saudáveis ​​enquanto reduzem o excesso de irrigação utilizando ferramentas IoT para controlar sistemas de aspersão automatizados, que são ativados apenas quando necessário. Pode parecer um ajuste pequeno, mas que tem um grande impacto.


No setor alimentício, sistemas simples de monitoramento e alerta de temperatura baseados em IoT podem garantir que os alimentos sejam armazenados e transportados em temperaturas corretas, o que significa que os produtores podem reduzir a deterioração e o desperdício (A ONU estima que cerca de um terço de todos os alimentos produzidos no mundo para consumo humano vão para o lixo).


Inovação e sustentabilidade caminham juntas


A ConnectData sabe que a internet das coisas (IoT) veio para ficar e é peça fundamental para que as metas globais em prol do meio ambiente sejam atingidas. Assim, levamos inovação para o mercado e mostramos como a conectividade e a IoT são capazes de criar um mundo mais sustentável, tanto nos aspectos econômicos, sociais e ambientais. Acreditamos que, com nosso trabalho, podemos transformar o mundo dos negócios e a vida das pessoas. Assumimos um compromisso com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) como nossos norteadores estratégicos para que exista um propósito maior em cada atividade que desenvolvemos em nosso dia a dia.


“Nossa empresa surgiu para trazer mais produtividade, eficiência, gerar mais empregos, desenvolver mais infraestrutura e minimizar os impactos da construção civil no meio ambiente. A maneira como desenvolvemos nossas soluções em IoT contribui para que nosso produto seja reaproveitável, reduza a necessidade de produção de outros materiais, diminua o custo de componentes utilizados, incentivando a logística reversa, a economia de recursos naturais e o cumprimento da Agenda 2030”, explica o CEO da ConnectData, Gabriel Borges.



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